quinta-feira

MARCELLO

Ferreira Gullar, poeta e crítico “Marcello Grassmann é da estirpe dos predestinados. Mal surgiu, foi reconhecido. Não havia dúvida. Desde suas primeiras manifstações artísticas já todos admitiam que um novo artista despontava”.

Olívio Tavares de Araújo, crítico de arte “Grassmann pertence a uma família espiritual de artistas que sempre existiram em diversos momentos da história e sempre deram expressão ao lado escuro e misterioso da alma humana”.

Rubem Braga, escritor "(...) ele adquiriu uma completa autoridade para fazer o que bem entender, e pode ter a audácia de cometer isso que qualquer sujeito comum apontará amanhã na parede, dizendo ´bonito quadro` (...)”.

Jacob Klintowitz, crítico de arte “Seu vocabulário é pessoal, tem a sua marca e esses signos-símbolos, essas figuras, formam um universo particular e diferenciado”.

Roberto Pontual, crítico de arte “Grassmann encontrou, desde cedo, no desenho e na gravura os meios de linguagem capazes de melhor definí-lo (...). Sua obra se inclui hoje entre as mais proeminentes no panorama brasileiro”.

Renina Katz, artista plástica “Seu imaginário, seu universo iconográfico, escapa a classificações apressadas. Ele é um artista que cunpre seu destino, recusando as pressões das equivocadas modernidades. Marcello entendeu que a única forma de impor e preservar o seu trabalho e não corromper sua sensibilidade foi manter fidelidade às suas convicções artísticas”.

Ely Bueno, artista plástica “Seus cavaleiros, heróis noturnos, estão sempre dispostos a atacar ou morrer (apesar de serem eternos). O mesmo acontece com as suas mulheres, e os bichos que nascem delas ou deles mesmos. Sim, todos os seres criados por ele, anjos ou demônios, vivem num mundo reversível e perene”.

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